• Nosso presidente, que saúdade de você Bolsonaro 22
    Nosso presidente, que saúdade de você Bolsonaro 22
    Love
    3
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 126 Visualizações 0 Anterior
  • https://revistaoeste.com/politica/eleicao-no-tse-e-nesta-terca-feira-moraes-sai-e-carmen-lucia-deve-assumir-presidencia-da-corte/
    https://revistaoeste.com/politica/eleicao-no-tse-e-nesta-terca-feira-moraes-sai-e-carmen-lucia-deve-assumir-presidencia-da-corte/
    REVISTAOESTE.COM
    Eleição no TSE é nesta terça-feira: Moraes sai, e Cármen Lúcia deve assumir presidência da Corte
    Pela tradição, cargo vai para membro do Supremo Tribunal Federal (STF) com mais tempo de serviço no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
    Angry
    Like
    4
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 105 Visualizações 0 Anterior
  • Love
    2
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 128 Visualizações 0 Anterior
  • O Foro de São Paulo foi criado em 1990, com o objetivo de reunir partidos e grupos de esquerda para debater o cenário político após o fim da Guerra Fria.

    Foi idealizado inicialmente por Luís Inácio Lula da Silva, então dirigente do Partido dos Trabalhadores, junto de Fidel Castro, presidente de Cuba.

    Apesar de hoje ser de conhecimento público, a existência do Foro de São Paulo foi negada por Lula e partidários da esquerda durante anos: “Você sabe que isso é no mínimo uma piada de mau gosto. Eu te aconselho a não repetir isso no vídeo”, afirmou Lula em entrevista ao jornalista Boris Casoy, em 2002, transmitida na TV Record durante a campanha presidencial.
    O Foro de São Paulo foi criado em 1990, com o objetivo de reunir partidos e grupos de esquerda para debater o cenário político após o fim da Guerra Fria. Foi idealizado inicialmente por Luís Inácio Lula da Silva, então dirigente do Partido dos Trabalhadores, junto de Fidel Castro, presidente de Cuba. Apesar de hoje ser de conhecimento público, a existência do Foro de São Paulo foi negada por Lula e partidários da esquerda durante anos: “Você sabe que isso é no mínimo uma piada de mau gosto. Eu te aconselho a não repetir isso no vídeo”, afirmou Lula em entrevista ao jornalista Boris Casoy, em 2002, transmitida na TV Record durante a campanha presidencial.
    WWW.BRASILPARALELO.COM.BR
    Foro de São Paulo - História Completa e Face Oculta
    Foro de São Paulo - História Completa e Face Oculta
    Like
    2
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 89 Visualizações 0 Anterior
  • Like
    2
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 107 Visualizações 0 Anterior
  • Quem deseja tirar o primeiro título de eleitor, transferir a cidade, o local de votação ou regularizar a situação eleitoral para poder votar nas eleições municipais de 2024 tem somente até esta quarta-feira (8) para solicitar esses serviços junto à Justiça Eleitoral.
    Quem deseja tirar o primeiro título de eleitor, transferir a cidade, o local de votação ou regularizar a situação eleitoral para poder votar nas eleições municipais de 2024 tem somente até esta quarta-feira (8) para solicitar esses serviços junto à Justiça Eleitoral.
    NOSSOESTADOSC.COM.BR
    Eleitores de SC tem até quarta-feira(8) para regularizar Título
    Quem deseja tirar o primeiro título de eleitor, transferir a cidade, o local de votação ou regularizar a situação eleitoral para poder votar nas eleições municipais de 2024 tem somente até esta quarta-feira (8) para solicitar esses serviços junto à Justiça Eleitoral. É nesta data que ocorre o chamado fechamento do cadastro de eleitores, quando […]
    Like
    2
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 90 Visualizações 0 Anterior
  • JOVEMPAN.COM.BR
    Rio Grande do Sul chega a 95 mortos, 131 desaparecidos e 401 cidades afetadas pelas chuvas intensas – Jovem Pan
    Estado projeta novas inundações com chegada de frente fria, sobretudo na Serra Gaúcha e no Vale do Taquari; além do caos provocado pelas enchentes, região metropolitana sofre com onda de roubos e saques
    Like
    Sad
    3
    0 Comentários 1 Compartilhamentos 101 Visualizações 0 Anterior
  • Ministra do STF, que assumiu o TSE nesta terça-feira, participou de evento da Abraji em São Paulo: ‘Nós estamos falando de limites para que todos sejam livres, não em limitar a liberdade’
    Ministra do STF, que assumiu o TSE nesta terça-feira, participou de evento da Abraji em São Paulo: ‘Nós estamos falando de limites para que todos sejam livres, não em limitar a liberdade’
    JOVEMPAN.COM.BR
    Cármen Lucia diz que tem medo de ‘coronelismo’ nas redes sociais – Jovem Pan
    Ministra do STF, que assumiu o TSE nesta terça-feira, participou de evento da Abraji em São Paulo: 'Nós estamos falando de limites para que todos sejam livres, não em limitar a liberdade'
    Angry
    Like
    2
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 88 Visualizações 0 Anterior
  • Durante evento realizado pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) em parceria com a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e Embaixada e Consulados dos Estados Unidos nesta terça-feira (7), a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia saiu em defesa da regulamentação das plataformas, sobre a importância da imprensa para as eleições e tratou sobre o que vê como desafios atuais com as redes sociais e o temor da criação de um “novo coronelismo digital”. “Quando a gente fala na regulamentação da inteligência artificial e das plataformas, nós estamos falando de limites para que todos sejam livres, não estamos falando em limitar a liberdade”, disse. “Muito diferente disso, estamos falando em que a liberdade não é só do dono da plataforma, de quem veicula”, completou. Quando as apresentações começaram no evento, a ministra destacou que, por ser juíza, iria falar em tese, pois um dos temas do encontro era a judicialização. “Não vou falar de nada que estiver submetido a juízo, vou me ater ao direito constitucional.” Além da ministra, o bate-papo teve a presença da presidente da Abraji, Katia Brembatti, e da advogada Mônica Galvão, do Instituto Tornavoz. Cármen Lucia estará à frente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas eleições deste ano.

    “Não é possível fazer eleições sem imprensa livre e responsável. É impossível. A imprensa é a grande parceira do Judiciário no oferecimento ao público, aos cidadãos, aos eleitores e não eleitores, incluídas todas as informações para que ele faça as suas escolhas”, disse. “É perigosíssimo imaginar que deformando, desinformado, mentindo, você vai ter um resultado que seja liberdade do eleitor”, afirmou, acrescentando que o cenário atual, com grande volume e velocidade na circulação de desinformação, representa grande desafio.

    “Nós temos uma situação completamente inédita na história da humanidade que é de um grande, grande, volume de dados que são passados nos nossos aparelhos. Eu temo pela criação no mundo de um novo coronelismo, o coronelismo digital”, completou ela.

    A ministra argumentou sobre a maneira que visualiza a “marmita digital”, que seria as práticas de compra de votos antigamente. “Entregava-se a marmita ao trabalhador, e dizia: ‘na hora que você chegar lá para votar você abre a marmita que seu voto está ali, você só vai tirar e colocar na urna, você não precisar fazer nada'”, disse. “Agora criaram a marmita digital, eu coloco no celular quem você deve votar e quem você não deve votar e você chega lá na urna e só coloca isso, não precisa de pensar, eu pensei por você”, comparou.

    Ela reiterou que, tradicionalmente, seguindo o princípio de que cada sociedade determina suas próprias leis e regulamentos, sempre foi assumido que no Brasil o direito aplicável é o brasileiro, aprovado por seus representantes. No entanto, ela observou que, atualmente, essa abordagem tem sido diferente, refletindo críticas feitas por outros ministros.


    “O que acontece hoje? Cria-se como se fosse um espaço extra-supranacional e diz assim ‘nós não temos direito e nós fazemos o que quiser o algoritmo dita o que chega até você alguém aqui acha que esse algoritmo não tem alguém que dita manipula e ganha dinheiro com isso?”, ressaltou.

    Embora não tenha mencionado explicitamente o Marco Civil da Internet, as dissertações da ministra sugeriam que ela estava aludindo àqueles que argumentam que as plataformas digitais não são responsáveis pelo que publicam, mas podem ser cobradas e responsabilizadas por não cumprir decisões judiciais.

    “Como é que se põe numa rede algo que faz mal à sua essência humana, à sua liberdade, com consequências para o povo, com consequências para a democracia e diz ‘eu não tenho nada a ver com isso, não sou o produtor, jornalista é, por isso que o jornalista tem que responder'”, disse ela. “Não só é uma falácia como é uma fraude contra a imprensa livre, uma fraude contra as liberdades.”

    A ministra explanou sobre a importância da democracia e da liberdade de imprensa para os dias atuais. “O direito de informar e de ser informado é um direito fundamental”.
    Durante evento realizado pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) em parceria com a ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e Embaixada e Consulados dos Estados Unidos nesta terça-feira (7), a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia saiu em defesa da regulamentação das plataformas, sobre a importância da imprensa para as eleições e tratou sobre o que vê como desafios atuais com as redes sociais e o temor da criação de um “novo coronelismo digital”. “Quando a gente fala na regulamentação da inteligência artificial e das plataformas, nós estamos falando de limites para que todos sejam livres, não estamos falando em limitar a liberdade”, disse. “Muito diferente disso, estamos falando em que a liberdade não é só do dono da plataforma, de quem veicula”, completou. Quando as apresentações começaram no evento, a ministra destacou que, por ser juíza, iria falar em tese, pois um dos temas do encontro era a judicialização. “Não vou falar de nada que estiver submetido a juízo, vou me ater ao direito constitucional.” Além da ministra, o bate-papo teve a presença da presidente da Abraji, Katia Brembatti, e da advogada Mônica Galvão, do Instituto Tornavoz. Cármen Lucia estará à frente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nas eleições deste ano. “Não é possível fazer eleições sem imprensa livre e responsável. É impossível. A imprensa é a grande parceira do Judiciário no oferecimento ao público, aos cidadãos, aos eleitores e não eleitores, incluídas todas as informações para que ele faça as suas escolhas”, disse. “É perigosíssimo imaginar que deformando, desinformado, mentindo, você vai ter um resultado que seja liberdade do eleitor”, afirmou, acrescentando que o cenário atual, com grande volume e velocidade na circulação de desinformação, representa grande desafio. “Nós temos uma situação completamente inédita na história da humanidade que é de um grande, grande, volume de dados que são passados nos nossos aparelhos. Eu temo pela criação no mundo de um novo coronelismo, o coronelismo digital”, completou ela. A ministra argumentou sobre a maneira que visualiza a “marmita digital”, que seria as práticas de compra de votos antigamente. “Entregava-se a marmita ao trabalhador, e dizia: ‘na hora que você chegar lá para votar você abre a marmita que seu voto está ali, você só vai tirar e colocar na urna, você não precisar fazer nada'”, disse. “Agora criaram a marmita digital, eu coloco no celular quem você deve votar e quem você não deve votar e você chega lá na urna e só coloca isso, não precisa de pensar, eu pensei por você”, comparou. Ela reiterou que, tradicionalmente, seguindo o princípio de que cada sociedade determina suas próprias leis e regulamentos, sempre foi assumido que no Brasil o direito aplicável é o brasileiro, aprovado por seus representantes. No entanto, ela observou que, atualmente, essa abordagem tem sido diferente, refletindo críticas feitas por outros ministros. “O que acontece hoje? Cria-se como se fosse um espaço extra-supranacional e diz assim ‘nós não temos direito e nós fazemos o que quiser o algoritmo dita o que chega até você alguém aqui acha que esse algoritmo não tem alguém que dita manipula e ganha dinheiro com isso?”, ressaltou. Embora não tenha mencionado explicitamente o Marco Civil da Internet, as dissertações da ministra sugeriam que ela estava aludindo àqueles que argumentam que as plataformas digitais não são responsáveis pelo que publicam, mas podem ser cobradas e responsabilizadas por não cumprir decisões judiciais. “Como é que se põe numa rede algo que faz mal à sua essência humana, à sua liberdade, com consequências para o povo, com consequências para a democracia e diz ‘eu não tenho nada a ver com isso, não sou o produtor, jornalista é, por isso que o jornalista tem que responder'”, disse ela. “Não só é uma falácia como é uma fraude contra a imprensa livre, uma fraude contra as liberdades.” A ministra explanou sobre a importância da democracia e da liberdade de imprensa para os dias atuais. “O direito de informar e de ser informado é um direito fundamental”.
    Love
    Like
    Angry
    4
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 98 Visualizações 0 Anterior
  • Quando a gente fala que essa gente é psicopata e mata em nome de ideologia política não é brincando:

    Assessora do deputado Marquito (PSOL - SC) diz que a "mãe terra" está "limpando o Sul" porque consome muita carne.

    PSICOPATA
    Quando a gente fala que essa gente é psicopata e mata em nome de ideologia política não é brincando: Assessora do deputado Marquito (PSOL - SC) diz que a "mãe terra" está "limpando o Sul" porque consome muita carne. PSICOPATA
    Angry
    Like
    4
    0 Comentários 0 Compartilhamentos 134 Visualizações 0 Anterior